sexta-feira

Preciso de Ti

                                                                                    (foto da net)
                                                          
                                                               



Sejam traços a dois… ou apenas dois traços
Serão sempre o desalinho de um imenso querer... Querer a dois  esboçados em laços de braços rodados em volta da lua,

.............Tu meu,
......................Eu tua.

Traços insuportavelmente felizes... suavizados pela maciez de um olhar ou pelo doce toque de um beijo..

Podia dizer-te que são rascunhos do nome que me escapa dos lábios conjugado no mais conhecido dos verbos... mas são apenas esboços vivos que traço devagar, como as sílabas que uso para definir a ausência encadeada da minha cegueira e do quanto preciso de ti.

13 comentários:

Anônimo disse...

Foi uma surpresa o convite para visitar este espaço lindo e de extremo bom gosto. Tudo se harmoniza de um jeito que nos deixa boquiabertos. Fico fã da tua escrita, de toda a perfeição estética que encontrei na Ana menina do luar.

rouxinol de Bernardim disse...

Excelente post em continuidade com a magnífica galeria de arte que aqui se vislumbra e que atesta (inquestionavelmente) o bom gosto e o sentido estético da autora!

Anônimo disse...

Aninha sou a Luisa(maismorena :) foi dificl perceber como se comenta aqui. Isto pede um link e eu não tenho mas lá me entendi acho eu.
Nem sei por onde começar, que blog tão lindo miga. Obrigado pelo convite para te visitar em boa hora aceitei pq stou maravilhada com tudo o que fazes e descubro que até a escrever és maravilhosa. Tanto sentimento, tanto bom gosto, tanta paixão tudo aqui é lindo. Sou tua fã nº1.

© Piedade Araújo Sol disse...

Ana

depois de ler lembrei de um poema da Maria do Rosário Pedreira que achei fica bem aqui como comentário.

OS NOMES INÚTEIS
(excertos)

Diz-me o teu nome — agora, que perdi
quase tudo, um nome pode ser o princípio
de alguma coisa. Escreve-o na minha mão

com os teus dedos — como as poeiras se
escrevem, irrequietas, nos caminhos e os
lobos mancham o lençol da neve com os
sinais da sua fome. Sopra-mo no ouvido,

como a levares as palavras de um livro para
dentro de outro — assim conquista o vento
o tímpano das grutas e entre o bafo do verão
na casa fria. E, antes de partires, pousa-o

nos meus lábios devagar: é um poema
açucarado que se derrete na boca e arde
como a primeira menta da infância.

Ninguém esquece um corpo que teve
nos braços um segundo — um nome sim.


tem um dia feliz!

Nuno de Sousa disse...

Bonitas palavras... estou a gostar deste teu blog :-) Bjs

DE-PROPOSITO disse...

.............Tu meu,
......................Eu tua.
---------
Complexo !... É que ninguém é de ninguém.
---------
Felicidades.
Manuel

Nilson Barcelli disse...

Belíssimos traços, as tuas palavras.
Bem acompanhadas pela música, que não conhecia.
Continua a traçar... também preciso de ti, para te ler...
Querida amiga, boa semana.
Um beijo.

Graça Pires disse...

As palavras feitas traços que se encontram no coração de cada um.
Beijos.

poetaeusou . . . disse...

*
riscando,
em dueto . . .
,
serenas maresias,
,
*

Baila sem peso disse...

E vim deixar uma palavra minha
espero que seja em dia de sorriso
levando terno olhar de zebrinha
e sim, precisamos uns dos outros
seja em que coração ou alminha :)

Abracito

DE-PROPOSITO disse...

Deambulei por aqui.
E desejo felicidades.
Manuel

WOLF disse...

Grande texto. Li reli e fiquei fã.

Sweet Moments disse...

Bonito e sentido texto.
Muito bem escolhida e original, a foto para o ilustrar.
Parabéns !